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As maiores mudanças são as interfaces mais atraentes, as telas que respondem a toques e dispositivos conectados a web e sincronizados entre si. É uma transição para aquilo que Steve Jobs chamou de “era pós-PC”.
Para isso, o sistema operacional mudou: foi projetado para telas de toque e ficou com visual de smartphone.
A Área de Trabalho, interface tradicional do sistema, e o menu Iniciar, deram lugar a uma tela inicial com grandes e coloridos ícones retangulares, que se distribuem na horizontal e exibem dados atualizados em tempo real.
“O Windows 8 é, francamente, uma plataforma mais voltada ao consumidor do que aos negócios, por isso é algo que não faz sentido sob uma perspectiva corporativa no momento”, aponta Doug Johnson, chefe de política de gestão de risco na Associação Americana de Banqueiros, que inclui alguns dos maiores compradores de tecnologia do mundo. Ele entende que o novo sistema da Microsoft não oferece nenhum diferencial para empresas.
“Ela leva o Windows para o mundo das telas sensíveis ao toque, para os aparelhos de baixo consumo de energia. Isso vai proporcionar aos usuários o melhor da experiência de uso dos tablets e dos desktops”, afirmou Bill Gates.
O lançamento está previsto para o dia 25 nesta quinta-feira.
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